terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Amálgama de Prata x Resina Composta

Muitos pacientes procuram os consultórios odontológicos com o objetivo de trocar as restaurações de amálgama por resina composta. Isso é possível? Sim, mas se você deseja trocar suas restaurações antigas exclusivamente para fins estéticos é melhor repensar!
O amálgama é toda liga metálica em que um dos metais envolvidos está em estado líquido, sendo esse geralmente o mercúrio. No caso do amálgama utilizado pelo dentista, trata-se de uma liga que contém limalha de prata, mercúrio e estanho, podendo conter também zinco e cobre.
O amálgama foi por muito tempo o material de escolha para os dentes posteriores. Atualmente, o material não é bem aceito pelo paciente por ser da cor prata. Pela falta de conhecimento das vantagens do material, muitas pessoas acabam influenciadas por profissionais mal esclarecidos ou mal intencionados e não pensam duas vezes antes de trocarem suas restaurações pela “massinha branca”.
Então, quais são as vantagens do amálgama?
Quando comparado às resinas compostas, apresenta:
  • Custo relativamente baixo;
  • Alta resistência mastigatória e resistência ao desgaste;
  • Maior durabilidade (10 a 20 anos em média);
  • Facilidade de execução da técnica restauradora;
  • Menor infiltração marginal com tendência a diminuição (corrosão marginal proporciona um melhor vedamento da cavidade);
  • Menor reincidência de cárie (condicionada à adaptação marginal).
Desvantagens do amálgama:
  • Antiestético;
  • Presença de mercúrio na composição (potencialmente tóxico ao profissional e ao paciente);
  • Necessidade de cavidades retentivas, com maior desgaste dentário (não há adesão do amálgama ao dente);
  • Liga sujeita a corrosão, implicando em pigmentação indesejável da estrutura dentária;
  • Necessidade de 2 consultas (o polimento deve ocorrer 48 horas após a condensação do material na cavidade).
Em relação a toxicidade do mercúrio é indiscutível que este elemento é altamente poluente e que acarreta importantes danos à saúde. Contudo nada foi atestado em relação a contaminação de dentistas, auxiliares e pacientes quando corretamente manipulado, a não ser realmente aquelas pessoas sensíveis ao mercúrio.
E as resinas compostas?
Os materiais resinosos, além da estética mais favorável, possuem adesividade, ou seja, a estrutura do dente pode ser mais preservada, além de não apresentar mercúrio. Além disso, a restauração pode ser concluída em uma única sessão.
O que avaliar?
Não se pode afirmar qual é o melhor material restaurador! Cada caso exige uma avaliação do profissional e uma técnica mais apropriada para a situação clínica e para o paciente!
Observar:
  • Estética exigida;
  • Saúde do dente;
  • Extensão e localização da restauração ou da cárie;
  • Hábitos de higiene do paciente.
Se você apresentar restaurações antigas e quiser substituir, pondere as razões, o custo-benefício e a necessidade!
A troca deve ser feita sempre que houver fratura, infiltração na restauração antiga ou presença de cárie!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

CONHEÇA NOSSA EQUIPE PROFISSIONAL

CORPO CLÍNICO

DR. DIEGO FONTENELE
- GRADUADO EM ODONTOLOGIA PELA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA
-PÓS GRADUAÇÃO COM NÍVEL DE APERFEIÇOAMENTO EM CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL.
-ATUAÇÃO EM CLÍNICA GERAL E PRÓTESE DENTÁRIA.
-ESPECILIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA
-ESPECIALIZAÇÃO EM ENDODONTIA
-PÓS GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA ESTÉTICA

BMP-2: tecnologia a serviço do implante dentário

Quais são motivos que fazem as pessoas a estarem cada vez mais preocupadas com a sua saúde bucal e por conhecer os benefícios do implante dentário? A melhor resposta é que a qualidade de vida de quem adere ao implante dentário aumenta em 100%. Além do mais, o implante dentário também interfere, principalmente, na eficiência em mastigar os alimentos, no qual as pessoas reaprendem e descobrem novos sabores nos alimentos, e também, por proporcionar uma nova autoconfiança e estética.
Atualmente as tecnologias estão cada vez mais desenvolvidas, a cada ano novos estudos e resultados científicos são apresentados para a melhoria da qualidade de vida. São novas descobertas, novos procedimentos e novos tratamentos, o que gera benefícios tanto para os pacientes quanto para o profissional que irá aplicar e cuidar do seu paciente. A tecnologia beneficia ambos os lados.
Porém, com relação ao implante dentário, é grande o número de pessoas que possuem receio de aderirem, tudo porque é de conhecimento que o processo não é tão simples quanto nós desejamos. Mas, não é motivo para desistirmos ou nos deixarmos levar por nossos medos. É claro que cada caso é diferente do outro, algumas pessoas possuem algumas vantagens na hora do procedimento, mas, outras acabam por sofrer algumas dificuldades, e, uma das maiores é a perda óssea. Em casos da perda óssea o procedimento para reverter é o enxerto ósseo, mas, é neste exato momento que entra a tecnologia BMP-2, na qual é um novo tratamento que está surgindo e gera bons resultados, de uma forma mais simples se comparado com o enxerto ósseo.
Conforme os especialistas, para a realização de um implante é necessário certa quantidade de osso, que nem sempre é disponível, por isso, algumas vezes existe uma redução de volume ósseo na área do implante. Além disso, quando há dentes na região, a perda óssea poderá comprometer os mesmos. Por essa razão a odontologia busca por novos meios para as reconstruções ósseas, e o BMP-2 é feito de modo que uma instalação de esponjas embebidas em BMP-2 sob placas de telas ou de titânio venham a definir o arcabouço para a formação óssea.
Tudo isto graças à tecnologia BMP-2, na qual isola a principal proteína para regeneração óssea e em seguida derivaram de forma sinteticamente a BMP-2, na qual induz a transformação de células tronco a células que sejam produtoras de tecidos ósseos. Por isso, e por estas novas descobertas, os receios do implante estão sendo quebrados e cada vez mais a odontologia está provando que é seguro, sim, e que compensa o investimento. Nada mais de se sentir inseguro na hora da consulta com o seu dentista! Aproveite para conhecer ainda mais os benefícios gerados com o implante dentário.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

L-PRF na Implantodontia: 2ª geração dos concentrados de plaquetas

L-PRF: Fibrina Rica em Plaquetas e Leucócitos

Biomaterial autólogo para cicatrização, incorporando em uma matriz de fibrina autóloga leucócitos, plaquetas e fatores de crescimento, colhidas a partir de um de uma simples amostra de sangue.

Foi desenvolvido na França por Choukroun. Pode ser considerado como um concentrado de plaquetas de segunda geração, porque é produzido sem qualquer anticoagulante ou agentes gelificantes. O sangue venoso é recolhido em tubos de vidro secos (sem anticoagulantes) e centrifugado a 3000 rpm a baixa velocidade a cerca de 400g por 12min (Protocolo Process, Nice, França) gerando uma membrana de L-PRF que pode inclusive ser suturada sob o tecido.

Aplicações clínicas do L-PRF em Odontologia e Implantodontia

Concentrados de plaquetas para utilização cirúrgica

No campo dos concentrados de plaquetas para utilização cirúrgica, a maioria dos produtos são denominados Plasma Rico em Plaquetas (PRP). Infelizmente, este termo é muito geral e incompleto, levando a muitas confusões no banco de dados científico. Dohan Ehrenfest et al. 2012 propõe um sistema preciso e simples para terminologia dos concentrados de plaquetas para utilização cirúrgica.
Classificação dos concentrados de plaquetas
Quatro categorias principais de produtos podem ser facilmente definidos, dependendo do seu conteúdo de leucócitos e arquitetura de fibrina:

P-PRP e L-PRP referem-se à forma inativa líquida destes produtos, sendo as suas versões ativadas, respectivamente chamado P-PRP gel e L-PRP gel.

O objetivo desta busca de um consenso na terminologia é reclamar uma caracterização mais séria destes produtos. Os pesquisadores têm que estar cientes da natureza complexa desses biomateriais, a fim de evitar mal-entendidos e conclusões errôneas. Compreender os biomateriais ou acreditar na magia de fatores de crescimento? A partir desta escolha depende o futuro do campo.(Dohan Ehrenfest et al. 2012)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O QUE É BRUXISMO?


O bruxismo (do grego βρυχμός = ranger os dentes) é um transtorno funcional (um hábito) que leva o paciente a ranger os dentes de forma rítmica enquanto acordado e ainda mais fortemente durante o sono. A pressão dos dentes inferiores e superiores, uns sobre os outros, pode ser até dez vezes maior do que a usada para mastigar alimentos duros. Trata-se de um movimento involuntário dos músculos da mastigação, causando atrito entre os dentes. O bruxismo pode ser observado em pacientes de todas as idades e apesar de ser mais frequente durante o sono, também pode ocorrer com o indivíduo acordado.

Quais são as causas do bruxismo?

O bruxismo está altamente associado ao estresse, ansiedade, raiva, frustração ou tensão e pode atingir qualquer pessoa, independente da faixa etária. O bruxismo diurno é uma atividade semi-voluntária de apertar os dentes inferiores contra os superiores e vice-versa e o bruxismo noturno é inconsciente. Ele pode ainda estar associado à má oclusão dos dentes, a outros problemas do sono, como a apneia, por exemplo, dor de ouvido ou de dente e refluxo gástrico, ou ser efeito colateral incomum de alguns medicamentos e complicação de doenças, tais como a doença de Huntington ou doença de Parkinson, por exemplo. A idade, uma personalidade agressiva, certas substâncias estimulantes, como cigarro, álcool, cafeína e drogas também podem atuar como fatores precipitadores e aumentar o risco de bruxismo.

Quais são os principais sinais e sintomas do bruxismo?

Os principais sinais e sintomas do bruxismo são o ranger dos dentes, às vezes tão alto que se torna audível para as outras pessoas; dentes achatados, fraturados, lascados ou soltos; esmalte dental desgastado; dor na face ou na mandíbula; hipertrofia da musculatura da face; dor de cabeça; sensação de calor ou frio nos dentes; dores musculares que podem atingir o pescoço ou mesmo os ombros; fadiga; alinhamento incorreto dos dentes e fechamento inadequado da boca.

Como o médico/dentista diagnostica o bruxismo?

O bruxismo geralmente é diagnosticado a partir do relato do paciente e/ou das pessoas que convivem com ele, mas muitas vezes o reconhecimento dele só é feito depois que surgem algumas complicações como desgastes nos dentes, dores na musculatura mastigatória, estalidos nas articulações, perdas ósseas da mandíbula, travamento das articulações temporomandibulares etc. Como a maioria dos casos de bruxismo acontece durante o sono, a polissonografia(exames do sono) é útil para identificar o grau desses movimentos.

Como o médico/dentista trata o bruxismo?

O tratamento do bruxismo deve ser feito preferencialmente pelo dentista, mas os médicos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos também podem ajudar com tratamentos de suporte. Ele deve começar por reconhecer o problema e tentar achar suas causas. A terapia mais empregada atualmente é a utilização de placas interoclusais (férulas). Trata-se de um recurso paliativo para o alívio dos sinais e sintomas da articulação temporomandibular associada ao bruxismo, as quais protegem os dentes dos desgastes provocados pelo hábito. A tensão psicológica pode ser tratada por meio de psicoterapia, prática de esportes e exercícios de relaxamento. Os distúrbios psíquicos devem ser aliviados e medicados.

Como evolui o bruxismo?

O bruxismo ocorre em cerca de 15% das crianças e em menos de 5% dos indivíduos adultos, indicando, assim, que à medida que as pessoas envelhecem essa condição se escasseia.

Quais são as complicações possíveis do bruxismo?

O bruxismo causa desgaste anormal do esmalte dos dentes e das gengivas, causando dor. Pode provocar mesmo quebra e fissuras em dentes mais frágeis. O bruxismo causa também dores de cabeça tensionais, que surgem por contração excessiva dos músculos da mastigação e que podem atingir rosto, pescoço, ouvido e até ombros. Outra complicação comum do bruxismo é a dor na articulação temporomandibular.

Sorriso gengival – Estetica dental com cirurgia plástica gengival

O sorriso gengival ocorre quando a pessoa mostra exageradamente a gengiva ao sorrir. Dependendo do grau desta exposição gengival pode haver comprometimento da estética, pelo qual o paciente pode ficar inibido a sorrir com naturalidade e como extensão pode haver problemas psicológicos como traumas, insegurança e retração social.
É causado por uma associação de fatores, entre eles: problemas na erupção dentária onde os dentes ficam submersos sob a gengiva. Freio labial muito tenso, tonus da musculatura labial deficiente.
Na maioria dos casos uma cirurgia plastica gengival simples (gengivectomia) pode resolver o problema do sorriso gengival. Em casos mais acentuados pode ser necessária uma cirurgia para remodelação do osso e/ou recontorno dos dentes com resinas ou próteses estéticas.
Em alguns casos uma gengivectomia pode ser indicada quando há crescimento exagerado da gengiva em pacientes que usam aparelho dentario ortodontico ou apenas para estética
Pós operatório:
A recuperação após a cirurgia de sorriso gengival é boa. Pode haver ardência na região operada mas normalmente é temporária. Como o tecido fica exposto após a cirurgia, é necessário evitar alimentos duros que podem machucar, e também alimentos ácidos que causam sensação de ardor.
Pode haver a formação de um material branco ou esbranquiçado na gengiva. Se após a limpeza não for possível removê-lo, não force, caso contrário pode se machucar. Na boca a “casquinha”da ferida tem esse aspecto e conforme a nova gengiva for se formando, irá desaparecer sozinho. Em 7 dias já terá um aspecto bastante normal e se houver pontos poderão ser removidos.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

DICAS: ESCOVAÇÃO


Tomar chocolate quente para se aquecer à noite
Se depois disso você cair no sono e dormir, sua boca acabou de ser preparada para o ataque das bactérias causadoras da cárie dental.
“Durante o sono há uma diminuição da produção de saliva, que ajuda na limpeza bucal, deixando o alimento fermentando por muito tempo no dente. Dessa forma, a formação da cárie será mais rápida e com grande poder de destruição. A única maneira de evitar isso é fazer a higiene bucal após o consumo de qualquer alimento, principalmente os doces”, diz o especialista

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

COROAS E PONTES - CONHEÇA MITOS E VERDADES

O que são Coroas e Pontes?
Tanto as coroas como as próteses fixas são cimentadas no dente ao contrário dos recursos móveis, como as dentaduras e próteses parciais removíveis, que podem ser retiradas e lavadas diariamente. As coroas e próteses fixas por serem cimentadas nos dentes existentes ou em implantes só podem ser removidas pelo dentista.
Como funcionam as coroas?
A coroa é utilizada para cobrir inteiramente ou somente uma parte da coroa de um dente danificado. Além de conferir maior resistência a um dente danificado, a coroa pode ser utilizada para melhorar sua aparência, o formato ou alinhamento dos dentes no arco. Uma coroa também pode ser colocada sobre um implante, dando-lhe o formato e estrutura parecidos com a do dente natural, a fim de que este possa desempenhar suas funções. As coroas de porcelana ou cerâmica podem combinar com a cor natural de seus dentes. Outros materiais usados são o ouro e as ligas de metal, o acrílico e a cerâmica. Estas ligas metálicas são geralmente mais resistentes que a porcelana e podem ser recomendadas para os dentes posteriores. A porcelana é ligada a uma estrutura metálica e é utilizada, em geral, por ser resistente e atraente.
Seu dentista pode recomendar uma coroa para:
Substituir uma grande restauração quando não restar muita estrutura do dente;
Proteger um dente enfraquecido por fraturas;
Restaurar um dente fraturado;
Ligar uma prótese;
Cobrir um implante dentário;
Cobrir um dente descolorido ou deformado;
Cobrir um dente que tenha sofrido um tratamento de canal.
Como funcionam as próteses fixas (ou pontes)?
A prótese fixa pode ser recomendada se você tiver perdido um ou mais dentes. Falhas deixadas por dentes ausentes podem fazer com que os dentes remanescentes girem ou se movam para os espaços vazios, resultando em uma mordida errada. O desequilíbrio causado pelo dente ausente também pode levar à gengivite e à disfunção da articulação temporomandibular (ATM).
As próteses fixas são comumente utilizadas para substituir um ou mais dentes ausentes. Elas preenchem o espaço onde não há dentes e podem ser cimentadas aos dentes naturais ou implantes próximos ao espaço vazio. Estes dentes, chamados de pilares, servem de âncoras para as pontes. Um dente substituto denominado pôntico é soldado às coroas que revestem os pilares. Assim como ocorre com as coroas, você poderá escolher o material utilizado para as pontes. Seu dentista poderá ajudá-lo a decidir levando em consideração a localização do dente ausente (ou dentes ausentes), a sua função, os aspectos estéticos e o seu custo. As próteses fixas de porcelana ou de cerâmica devem ter a mesma cor que a natural dos dentes.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Enxerto ósseo com material sintético

O Enxerto Ósseo pode ser indicado como solução para alguns problemas que dificultam a colocação de Implantes Dentários. A principal indicação é para reconstrução óssea na falta de espessura ou altura suficiente no maxilar do paciente, criando novamente estrutura para colocação do(s) implante(s). Essa condição é consequência da reabsorção óssea que se inicia assim que o dente e raiz são perdidos e progride ao longo dos anos.
Outra aplicação de enxerto sintético é na cirurgia para levantamento do seio maxilar. O material é usado para preencher a pequena cavidade que fica após o levantamento do seio e tem o objetivo de estimular a regeneração óssea para possibilitar a colocação o implante.
Uma das opções para enxertos ósseos são os materiais sintéticos, com características muito próximas do osso humano.
Quais são os tipos de Enxertos Ósseos Sintéticos existentes?
Enxertos Ósseos Sintéticos normalmente são produzidos em laboratórios, com base em muita pesquisa para assegurar a biocompatibilidade dos materiais no organismo humano, a fim de evitar rejeição ou infecção. Os principais materiais que compõe os Enxertos Sintéticos são cerâmica, polímeros, hidroxiapatita sintética ou outros minerais. A principal função desses enxertos é ajudar na regeneração de tecido ósseo e preservação do volume local. Depois de aplicado, o material sintético é gradualmente absorvido pelo organismo e vai sendo substituído aos poucos por osso vital.
Os Enxertos Ósseos Sintéticos normalmente vem em forma de grânulos, o que permite ao dentista versatilidade e maleabilidade no uso.

Como funcionam?
No ato da cirurgia, o Dentista mistura o Enxerto Ósseo Sintético com um pouco de sangue do próprio paciente. Essa mistura é colocada na área deformada para fazer as devidas correções. O Sangue é importante nesse processo para vitalizar a formação óssea no local e é esperado que no período dos próximos 6 meses o osso esteja completamente regenerado, permitindo a partir daí a colocação do(s) implante(s).

Existe vantagem do material sintético sobre o material natural?
Pode-se dizer que a principal vantagem do enxerto sintético sobre enxerto natural é que não é necessário fazer mais de uma cirurgia, como acontece nos casos de transplante autógeno (quando é necessário retirar um pedaço de osso de outra parte do corpo do paciente para fazer a enxertia no osso maxilar). No entanto, a escolha do material adequado é feita apenas pelo profissional ortodontista depois de uma criteriosa avaliação de cada caso. A prevalência é que o procedimento seja feito com osso natural, preferencialmente do próprio paciente.
Nossa equipe já realizou mais de 5000 implantes e em muitos casos foram usados enxertos ósseos sintéticos para recriar a área do(s) implante(s) ou nas cirurgias de levantamento de seio maxilar com sucesso.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

ENXERTO ÓSSEO E GENGIVAL

Dúvidas sobre Enxerto de gengiva e perda óssea

Dúvidas Freqüentes em Implantodontia


Tive dois implantes superiores e frontal mal sucedido, fiquei com a gengiva altíssima. Então fui em outra profissional, ela retirou os dois pinos e fez enxertos ósseo e enxerto gengival, num total de sete cirurgias, nessa última cirurgia ela colocou os dois pinos, mas está altíssima ainda a gengiva e muito feia. Será que a minha gengiva vai descer ?
A gengiva se apóia no osso que está logo abaixo e normalmente não se movimenta nem se desloca sozinha. O osso por sua vez não se modifica mais após a colocação dos implantes, por isso o implantodontista somente insere os implantes depois que estiver satisfeito com a estética da base óssea.
Os casos que envolvem a perda óssea na região anterior são os mais difíceis de resolução. Requerem literalmente muita paciência por parte do paciente pois as dificuldades técnicas são muito grandes normalmente.
O procedimento de enxerto de gengiva é dos mais difíceis na odontologia.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

LENTES DE CONTATO DENTAL

Lente de contato dental: o que é e para que serve?
O que é:
São lâminas finas de cerâmica ou porcelana coladas ao esmalte do dente para corrigir manchas leves, imperfeições, lascas e fraturas. Segundo o especialista, comparada com as técnicas tradicionais de laminados e coroas, a ‘lente de contato’ preserva muito mais a estrutura dental.
Como funciona?
Depois de colada, a faceta adquire resistência ao desgaste semelhante ao esmalte dental. “A durabilidade de qualquer restauração indireta é de aproximadamente dez anos, podendo durar mais ou menos de acordo com vários fatores, desde a indicação e execução clínica, até os cuidados do paciente durante a manutenção”, completa.
Para quem é indicado
A técnica é indicada para pessoas com dentes muito espaçados, mal posicionados ou irregulares, mas que não tenham nenhum problema severo na articulação temporomandibular (ATM).
“Costumo indicar ‘lentes de contato’ para pacientes adultos que já terminaram a fase de crescimento facial e que tenham um sorriso que necessita de acréscimo de material, principalmente quando não há necessidade de preparo ou desgaste dental. Um bom exemplo são os pacientes que têm dentes anteriores desgastados”.
Escurecimento
Fumantes e pessoas que ingerem muito café, vinho ou chá devem estar cientes que essas substâncias podem escurecer as lentes dentais. Isso pode ser revertido por meio de um clareamento dental antes da colocação da lente deixando uma margem de 21 dias entre uma técnica e outra.
Contraindicação
“A lente de contato dental só não é indicada para crianças e adolescentes, ou quando o paciente já tem prótese de porcelana ou cerâmica no dente”,

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Implantes Dentários nos últimos tempos

O que são implantes dentários?
Implantes dentários são suportes ou estruturas de metal (normalmente de titânio) posicionadas cirurgicamente no osso maxilar abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias. Uma vez colocados, permitem ao dentista montar dentes substitutos sobre eles.
Como funcionam os implantes dentários?
Por serem integrados ao osso, os implantes oferecem um suporte estável para os dentes artificiais. Próteses parciais e totais montadas sobre implantes não escorregarão nem mudarão de posição na boca, um grande benefício durante a alimentação e fala. Esta modalidade de prótese é chamada “protese sobre implante” e confere ao paciente mais segurança em todas as funções bucais proporcionando uma situação mais natural do que pontes ou dentaduras convencionais.
Para algumas pessoas, as próteses e dentaduras comuns são simplesmente desconfortáveis ou até inviáveis, devido a pontos doloridos ou falta de adaptação a estes aparelhos. Além disso, as pontes comuns devem ser ligadas aos dentes em ambos os lados do espaço deixado pelo dente ausente. Com a colocação de implantes não é necessário preparar ou desgastar um dente natural para apoiar os novos dentes substitutos no lugar como é feito em pontes fixas convencionais.
Para receber um implante, é preciso que você tenha gengivas saudáveis e ossos adequados para sustentá-lo. Você também deve comprometer-se a manter estas estruturas saudáveis. Uma higiene bucal meticulosa e visitas regulares ao dentista são essenciais para o sucesso a longo prazo de seus implantes.
Os implantes são, em geral, mais caros que outros métodos de substituição de dentes e a maioria dos convênios não cobre seus custos.
O tipo de implante mais recomendado na atualidade é o ósseo integrado que se mostrou uma revolução no tratamento de pacientes parcial ou totalmente desdentados.
Implantes ósseo integrado: — são implantados por meio cirúrgico diretamente no osso maxilar. O período da osseointegração (integração ao osso) leva em média 4 a 6 meses dependendo da região a receber o implante. Após este período, uma segunda cirurgia é necessária para ligar o implante ao meio bucal, nesta fase o cirurgião dentista remove a gengiva que está recobrindo o implante e finalmente, um dente artificial (ou dentes) é conectado ao implante, individualmente, ou agrupado em uma prótese que pode ser de dois tipos:
Prótese Protocolo: — Prótese total implantosuportada e implantoretida, fixada sobre 4 a 8 implantes em média, este tipo de prótese é parafusada e retirada apenas pelo seu dentista, é uma prótese que confere boa estética e é uma ótima opção para quem pretende fugir da dentadura, o único incoveniente é que este tipo de prótese é mais difícil de ser higienizada pois todos os detes são conectados entre si, exigindo bastante cuidado do paciente. Pode ser feita em resina ou porcelana.
Prótese Overdenture: — Prótese total removível sobre implante, este tipo de prótese é mais barata que a prótese protocolo porque exige menos implantes (2 a 6 em média) e é confeccionada em resina. Esta prótese é como uma dentadura, porém, tem um encaixe em uma barra que conecta os implantes à prótese, conferindo a esta mais estabilidade e retenção. Esta prótese pode ser retirada pelo paciente e por isto a sua higienização é facilitada.
Clínica Odontológica Deus é Fiel
Contatos: (85) 3046-5968 / (85) 98823-0247
WhatsApp: (85) 98916-7841
Rua Marcelino Lopes, 199 - Salas 04 e 05 - Por trás do Shopping Via Sul

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Extração do siso: cuidados após a cirurgia garantem boa recuperação



 

 Os dentes do siso ou do juízo, como são popularmente conhecidos, são sinônimos de dor de cabeça para muita gente quando começam a dar as caras. O medo e a insegurança podem tomar conta daqueles que precisam fazer a extração do siso, principalmente por conta do pós-operatório. Segundo o dentista Rodrigo Bueno de Moraes, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia, os primeiros cinco ou sete dias seguintes à extração do siso são os mais decisivos. "A cirurgia estimula uma sequência de reações inflamatórias nos tecidos ao redor da área da extração do siso, inclusive com possíveis feridas que ficam expostas ao ambiente de bactérias, vírus e fungos, comuns a boca", diz. Por isso, seguir os cuidados descritos pelo dentista é fundamental para reduzir a margem de desconforto e risco após a extração. Pensando nisso, conversamos com especialistas no assunto e separamos a melhores dicas para que a sua recuperação após uma extração do siso seja tranquila e sem transtornos:

 

Tome todas as medicações

O seu cirurgião-dentista irá prescrever uma série de medicamentos para impedir que o local da extração infeccione ou inflame. "Podem ser usados analgésicos leves, moderados ou fortes, sedativos, anti-inflamatórios esteroides ou não esteroides e antibióticos", lembra o dentista Eduardo. O tempo de medicação deve ser estabelecido pelo profissional, mas no geral são três dias para medicação analgésica e de cinco a 15 dias para os antimicrobianos. O dentista também pode receitar enxaguantes bucais específicos, bem como géis e outros produtos tópicos para a higiene do local. O recomendado é para que o paciente avise o seu dentista caso sinta dores que não possa suportar para que a medicação prescrita possa ser revista.  

Faça compressas para o inchaço

Sofrer com edemas após a cirurgia é muito comum, e sua gravidade depende da intensidade da cirurgia e do tipo de anatomia do paciente, como sua musculatura, a amplitude bucal e a articulação da mandíbula chamada de ATM. "Além dos aspectos citados, o inchaço ou edema também pode ser uma resposta do organismo para contribuir com o reparo e a cicatrização cirúrgica", ressalta Eduardo Rollo. Para diminuir o inchaço, aplique nas primeiras 24 horas uma compressa gelada a cada 20 minutos, durante 10 minutos aproximadamente. Repita conforme necessário. Após esse primeiro dia, trate o inchaço com compressas quentes, aplicando uma toalha quente e úmida na área de 20 em 20 minutos, repetindo conforme necessário.